Indignado, diretor se posiciona sobre suposta acusação de racismo no Monsenhor Horta

Um suposto caso de racismo, ocorrido nesta semana, na escola estadual Monsenhor Horta, em Lafaiete, foi exposto na mídia local.

A família da vítima procurou a imprensa e contou que o suposto ato de discriminação e preconceito aconteceu porque o aluno teria deixado de fazer atividades escolares e que por conta disto, um professor o teria ofendido com palavras pejorativas focadas na cor da pele do jovem.

O rapaz estuda no ensino médio e reside no bairro São João, em Lafaiete.

A família procurou a imprensa e fez a denúncia. Depois, procurou a direção do educandário e relatou os fatos ocorridos. Fez ainda um Boletim de Ocorrência.

Direção

Em contato com o diretor do Monsenhor Horta, o Professor Paulo Roberto, ele disse que recebeu a família, ouviu e registrou o relato e tomou todas as providências que eram necessárias e que em situações que envolvem a Justiça, somente a Advocacia Geral do Estado pode se pronunciar de forma oficial. E isto requer relativo tempo.

O diretor mostrou certa indignação com o fato da família procurar a imprensa primeiro e só depois ir de encontro à direção da escola.

Para ele, é hora de cautela e tranquilidade para que tudo seja resolvido da melhor forma. “Precisamos ter serenidade nestes momentos mais complexos. Aprender a ouvir. Entender, de fato, o que foi dito, como foi dito e se foi dito. São vidas em jogo. A do aluno e a do professor. Vamos buscar esclarecimentos, e como todos, também queremos Justiça”, finalizou.

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